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Investir em Ergonomia traz benefícios para as empresas

Conhecida comumente como estudo científico da relação entre o homem e seus ambientes de trabalho, a ergonomia tem alguns objetivos básicos que são: possibilitar o conforto ao indivíduo e proporcionar a prevenção de acidentes e do aparecimento de patologias específicas para determinado tipo de trabalho, enfim, é usada para descrever a ciência de “conceber uma tarefa que se adapte ao trabalhador, e não forçar o trabalhador a adaptar-se à tarefa”.

As preocupações com a ergonomia estão se tornando um fator essencial a medida que muitos males poderiam ser evitados com a aplicação da mesma. A Ergonomia pode ser usada em vários setores de atividade (industrial, hospitalar, escolar, transportes, escritórios, etc).

Em todos eles é possível existirem intervenções ergonômicas para melhorar significativamente a eficiência, produtividade, segurança e saúde nos postos de trabalho. Sua atuação é em todas as frentes de qualquer situação de trabalho ou lazer, desde os estresses físicos nas articulações, músculos, nervos, tendões, ossos, até aos fatores ambientais que possam afetar a audição, visão, conforto e principalmente a saúde.

Tradicionalmente conceitua-se Ergonomia como o conjunto de ciências e tecnologias que visam proporcionar ambientes de trabalho confortáveis e produtivos, basicamente, por meio da adequação das condições de trabalho às características do ser humano.

Na realização dos estudos visando a implantação de postos de trabalho devem ser observados aspectos como as condições ambientais. Além da avaliação do próprio ambiente de trabalho, é necessário ainda que sejam considerados aspectos como por exemplo o esforço físico, posição requerida pelas tarefas, quantidade de repetições das operações e mobiliário adequado.

Somente a avaliação conjunta de todos estes fatores associados ainda à própria condição do ser humano é que permitirão um melhor diagnóstico de cada posto de trabalho quanto à sua adequação relativa à condições ergonômicas.

A ergonomia também verifica as condições gerais de trabalho, tais como, a iluminação, os ruídos e a temperatura, que geralmente são conhecidas como agentes causadores de males na área de saúde física e mental, mas que o estudo procura traçar os caminhos para a correção.

O seu objetivo é aumentar a eficiência humana, através de dados que permitam que se tomem decisões lógicas e o custo individual é minimizado através da ergonomia, que remove aspectos do trabalho, que a longo prazo, possam provocar ineficiências ou os mais variados tipos de incapacidades físicas.

Hoje várias empresas buscam a melhoria da qualidade do trabalho dos empregados e estabelecem uma série de programas como forma de incentivar a saúde do trabalhador. Nas grandes capitais, o empresariado já consciente dos futuros problemas, está investindo nestes programas, como também, em estudos sobre as vantagens da ergonomia para a melhoria da produção nas empresas.

Assim se faz necessário a atualização constante através de cursos em que o funcionário aprenderá acerca dos meios de trabalho menos prejudiciais para a sua saúde individual e, ao mesmo tempo, mostrar-lhe todos os benefícios das propostas ergonômicas para a saúde da coletividade. Adquirirá conhecimentos sobre boa postura, uso adequado de mobiliários e equipamentos, implantação de pausas e ginástica laboral (antes, durante e depois da atividade).

Se por um lado, o uso da ergonomia pode sugerir maior gasto, por outro representa uma economia para a empresa com a diminuição de licenças médicas,por exemplo, e como consequência, a melhoria da saúde do trabalhador e um maior ganho para a imagem da empresa.

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