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Degradação Ambiental Urbana. Depende de nós.

A degradação revela-se um dano ambiental (prejuízo causado pela deterioração ou inutilização do bem ambiental).

O Protocolo adicional do Tratado de Assunção sobre Meio Ambiente define dano ambiental como “toda perda, diminuição ou prejuízo sensível inferido ao meio ambiente e a um ou mais de seus componentes”.

Existem causas naturais e outras provocadas pela ação do homem (antrópica), que acarretam um dano ao meio ambiente, distanciando-o, ora mais, ora menos, da situação em que originalmente se encontrava o ambiente, alterando suas características.

O dano pode ser facilmente percebido hoje, seja pelo critério visual, seja pela aplicação de tecnologia disponível. Contudo, os efeitos danosos podem persistir no ambiente, ficar incubados na natureza sem que se tenha conhecimento do processo negativo que está desencadeando, em razão da falta, às vezes, de conhecimento científico suficiente para detectá-lo. Pode ser, entretanto, que a própria natureza se mostre capaz de assimilar esses efeitos, diluindo-os ou absorvendo-os totalmente.

O problema é, de fato, o desconhecimento a respeito de alguns processos de degradação que estão em curso, por falta de tecnologia adequada. Muitas vezes, detectado no futuro, não poderá mais ser contido, ou, de outra forma, será amenizado apenas.

O dano ambiental, assim, resulta do impacto, que também pode ter repercussão positiva no meio.

Vejamos alguns impactos ambientais urbanos.

Poluição do solo – Decorre principalmente do acúmulo inadequado de resíduos sólidos. A grande geração de resíduos sólidos por meio industrial, comercial, residencial e serviços de saúde incide em um grande volume que não destinado para outras finalidades antes de serem lançados em aterro sanitário específico. A formação do chorume gera a contaminação do solo, lençol freático e poluição do ar devido à emissão do gás.

Poluição da água – A grande maneira de poluição das águas é o lançamento de esgoto in natura, seja de origem industrial ou residencial. Também existe a contaminação por rejeitos radioativos e resíduos perigosos lançados de maneira clandestina.

Essa contaminação afeta a saúde humana e a biota da região que recebe esse efluente, causando grandes problemas de saúde pública.

Poluição do Ar – Existência de substância estranha ou a variação delas importantes na proporção de seus constituintes.

Além de termos fontes de poluição pontual (fixa) e móvel, temos a reação química dessas substâncias em nossa atmosfera formando o tempo todo novas substâncias ainda sem estudo, podendo causar grande degradação.

Poluição Sonora – A propagação de sons também pode configurar poluição, tal como definida no inciso III do art. 3º da Lei nº 6.938/81, especialmente quando prejudica a saúde, a segurança e o bem-estar da população.

Poluição Visual – Ultrapassagem do limite da visão para reconhecer as características naturais do meio, a partir da inserção de novas imagens ou deterioração da paisagem já existente.

Toda essa poluição acomete no nosso dia-a-dia, podendo interferir em nossa qualidade de vida, o ser humano precisa todos os dias se adaptar a inúmeras situações que lhes são colocadas. Tem consequências positivas, quando pode, por exemplo, resultar em fonte de criatividade, e negativas, quando “se manifesta por emoções como ansiedade destrutiva, medo, raiva ou tristeza”, “predispondo as pessoas a comportamentos violentos”.

Está associado atualmente ao meio ambiente urbano, principalmente. As cidades geram problemas das mais variadas espécies, que resultam na provocação do estresse. A incidência na população ocorre, entretanto, de forma mais alarmante, nas cidades maiores.

Um ambiente com qualidade de vida e um meio ambiente de trabalho sadio proporcionam uma sociedade mais saudável.

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